| Planeta dos Macacos: A Guerra | Crítica

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Confira a crítica de Planeta dos Macacos: A Guerra

Quando a franquia de Planetas dos Macacos se iniciou com A Origem em 2011, se pensava se seria apenas mais um produto para reviver clássicos do cinemas. Mas o que se viu neste filme de 2011 e sua sequencia em 2014 mostrou de como podemos explorar um lado humano, racional e evolucionista utilizando longas de ficção científica.

O longa que finaliza o prelúdio para o filme de 1968 (baseado no livro do francês Pierre Boulle) mostra novamente dos mesmo conflitos anteriores sobre evolução, intelecto e dominação, mas dessa vez temos uma urgência em tudo isso. Tudo precisa ser resolvido, por que a situação está insustentável para humanos e macacos.

Matt Reeves mostra essa urgência com maestria, todo conflito é bem explicado, os tons de urgência e calamidade são bem desenvolvidos e ele sabe se apoiar no personagem de César (Andy Sekis) e exigir seu máximo.

Andy Sekis inclusive neste filme mostra perfeitamente todos os problemas de um grande líder, que precisa guiar um povo e vencer um conflito na busca por uma vida civilizada, a velha busca por sobrevivência, mas neste filme o resultado é magistral. Serkis inclusive tem nesse filme sua melhor interpretação de César, sua transmissão de emoções, ações e sentimentos durante todo o longa é impecável.

O foco do filme é César e seu bando, mas quando há presença do elenco de apoio como a jovem Nova (Amiah Miller) e o Coronel (Woody Harrelson) fica claro a intenção de cada um e suas intenções nesse combate entre humanos e macacos.

O filme tem o subtítulo “Guerra”, com isso inspirações a grandes clássicos do gênero são esperados e traz até mesmo uma nova roupagem a este elemento. Matt soube muito bem trabalhar o gênero, suas cenas de ação, são perfeitas, estéticas e mesmo quando há vários elementos em cena, Matt conduz bem a ação e entrega bons resultados.

 

A trama emocional de A Guerra é ponto que não se esperava quando observamos os trailers e os materiais de divulgação, mas temos aqui um balanceamento interessante. César está longe de ser um líder perfeito, mas age quando preciso e Coronel tem sua urgência justificada, mas não busca caminhos alternativos ou fora de conduta.

Planeta dos Macacos: A Guerra chega muito bem o arco, filme bem desenvolvido e visualmente incrível, vale o ingresso. Então já sabe, acompanhe essa guerra e veja os lados da história.

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