| Liga da Justiça | Crítica

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Confira nossa crítica de Liga da Justiça

Depois de um mudo que tem Vingadores, Defensores e Guardiões da Galáxia, estava na hora da maior equipe da DC Comics tem a sua versão nos cinemas. E será que este filme faz jus ao supergrupo? Vamos ver no que dá então.

A DC teve dois filmes médios (Batman vs Superman e Esquadrão Suicida) e um bom filme (Mulher Maravilha) e na hora de juntar os maiores herois da editora isso pesa. O longa começa onde BvS termina, mas como o filme não foi uma unanimidade de críticas e público, o primeiro e parte do segundo ato é arrumar o tom e acertar os personagens, temos aqui um Batman (Ben Afleck) mais leve, com um pouco de senso de equipe e mais disposto a usar menos medidas drásticas para conseguir o que quer. E temos uma Mulher Maravilha mais segura, poderosa e sabendo sua importância no mundo moderno. Acerto bem vindo, nada de uma pegada mais sombria, fria e focada em outros pontos. BvS foi para um lado e Mulher Maravilha foi pra outro. E Liga segue no que deu certo em ambos.

Por temos três novos hérois (Ciborgue, Aquaman e Flash) o filme não explica suas origens e ambições, é tudo muito rápido, explicado em poucos diálogos, não atrapalhando a experiência, mas ficou superficial, a missão para o filmes solos desses personagens deve essa, dar os detalhes que faltaram em Liga, mas alguns pontos devem ser ressaltados, este longa é o ponto de partida de todos esses personagens, os próximos filmes com certeza devem ocorrer após os eventos de Liga da Justiça.

O ponto positivo do filme é com certeza da química da equipe, eles trabalham muito bem juntos, mesmo com problemas que uma união desse tipo gera, porém como o destino do planeta está em jogo, as diferenças são postas de lado e todos querem acabar com a ameaça do Lobo da Estepe.

O problema do filme fica justamente pelo vilão cujo objetivo é simples e ele não consegue mostrar a grande ameaça que ele representa, afinal ele atacou apenas lugares não habitados por seres humanos, ou seja, sem destruição de grandes cidades ou uma população com medo do vilão. Lobo da Estepe é movido apenas pela necessidade de coletar as caixas maternas, ele só entra em combate com a Liga por que ela quer impedi-lo, senão ele nem ligaria para o grupo.

A DC percebe em Liga da Justiça que o tom mais aventuresco apresentado em Mulher Maravilha agradou mais, então esse tom foi colocado nesse filme, seja em pequenos momentos, nos alívios cômicos (Flash é o grande responsável por eles) e diálogos mais leves.

O longa inclusive conserta os erros de Batman e Superman (Henry Cavill), temos aqui um Homem morcego mais preocupado com as relações e seus impactos e temos um Superman finalmente crível, o Superman que representa “o farol de humanidade” da Liga, o cara que pode sim resolver os problemas seja na força ou no jeito. Temos até alívios cômicos  e leveza nos dois, algo inimaginável até então.

Liga conserta os erros do passado, coloca o universo da DC Comics nos trilhos e abre seu universo (As duas cenas pós créditos) deixando o fã de quadrinhos e do grupo muito feliz quando o mesmo sai da sessão do cinema. Agora é esperar que os filmes solos mantenham a qualidade e que tenham bons filmes daqui em diante.

 

3 comentários

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