| Bright | Crítica

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Confira a crítica de Bright, filme que assistimos com exclusividade na CCXP 2017.

O novo filme original da Netflix traz Will Smith (Ward) e Joel Edgerton (Jakoby) no filme de ação e policial “Bright” que tem a direção de David Ayer (Esquadrão Suicida).

O longa começa apresentando os personagens e mundo que eles estão localizados, estamos em um mundo aparentemente comum, sem distopia ou anos no futuro. O mundo é como conhecemos, porém neste mundo temos elfos, orcs e magia na Califórnia (Estados Unidos).

Ayer aborda algo que não vemos em filmes deste tipo, o preconceito entre raças, temos no mundo de Bright total discriminação entre elfos, orcs e humanos. O longa aborda como é difícil se inserir em locais onde sua habilidade não é avaliada e sim sua aparência. Vemos de como o orc Jakoby tem dificuldade em se inserir no mundo policial, não por que ele é ruim, atrapalhado ou indisciplinado. Ele não é aceito por que é um orc. Simples assim. Até mesmo Ward (Smith) tem dificuldade em aceitá-lo como igual, mesmo sendo parceiros.

Além de trabalhar muito bem estes ponto, o longa tem ótimas cenas de ação, as perseguições, tiroteios e disputas são muito bem filmadas e parecem que há perigo real em todas elas, pois os personagens saem machucados ou cansados depois delas. A forma que Ayer filma as cenas também é impecável, temos muitos efeitos práticos que deixam o espectador perto da ação.

A história do filme é bem desenvolvida com reviravoltas na trama que mudam o aspecto do filme o tempo todo, o único problema é que algumas das reviravoltas são muito longas e mudam o ritmo do filme. Por exemplo, depois de uma boa cena de ação temos diálogos muito longos que explicam algo que já está claro, ao invés de agregar ao filme, deixam algumas cenas arrastadas e repetitivas.

Outro ponto negativo é o elenco de apoio, eles tem pouco tempo de tela e não mudam muito a história, é aquela história simples de vilões indo atrás dos mocinhos por que eles tem algo que eles querem. E sempre os mocinhos vencem. Nada muito diferente do que vemos por aí.

Bright tem em seu final várias “pontas soltas” deixando claro que a Netflix pretende algo maior pra ele, seja por continuações ou explorar o mundo construído por ele. O futuro é bom, agora é ver se ele será utilizado.

Assistimos Bright no painel do longa no auditório Cinemark no CCXP 2017. Veja as fotos desse dia de painel. | CCXP 17 | Confira as fotos dos painéis de domingo

 

 

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